Você já sentiu vontade de criar algo?

De escrever um texto.
De gravar um vídeo.
De pintar um quadro.
De dançar no meio da sala.
De começar… mesmo sem saber exatamente como?

Eu senti isso por muito tempo.
Uma vontade quase silenciosa, mas insistente.
A ideia vinha, ficava, me provocava — e eu adiava.
Por medo. Por dúvida. Por achar que ainda não era a hora.

A verdade é que criar exige vulnerabilidade.
Exige aceitar que talvez não fique perfeito.
Exige começar antes de se sentir totalmente pronto.

Então eu tomei uma decisão:
gravei um vídeo sobre começar.



Não sobre estar preparado.
Não sobre ter tudo planejado.
Mas sobre dar o primeiro passo mesmo com o coração acelerado.

Criar é um ato político.
É um ato de coragem.
É um gesto de existência.

E agora eu te pergunto:

Que tipo de arte você gostaria de fazer, se não tivesse medo?

Talvez a resposta já esteja aí dentro —
esperando apenas a sua decisão de começar.